Experiência em impressão · Engenharia de produto

Experiência nascida na impressão.Traduzida em software.

Mais de duas décadas de software para impressão, mais de 400 instalações e uma equipa de engenharia que abrange orçamentação, fluxo de trabalho, compras, armazém, integrações e IA.

  1. 20+

    Anos de desenvolvimento de software para impressão

  2. 400+

    Instalações de software

  3. Vários

    Mercados, países e modelos de negócio

  4. 3

    Eras: desktop, navegador, IA

A nossa experiência vem de duas disciplinas.

  1. 01

    Compreender como funciona uma empresa gráfica.

  2. 02

    Saber traduzir esses requisitos operacionais em tecnologia estruturada e sustentável.

Duas formas de experiência

Nenhuma delas basta sozinha.

A experiência de setor é indispensável, mas conhecer o setor não produz, por si só, software fiável.

A engenharia de software é indispensável, mas engenharia sem conhecimento de impressão produz sistemas que não refletem como o trabalho é realmente orçamentado, produzido, comprado, armazenado, entregue e faturado.

01

Experiência no setor da impressão

Os nossos produtos cresceram em contacto direto com gráficas comerciais, empresas digitais e offset, brokers, empresas de print management, centros de impressão internos e organizações que gerem impressão em vários locais.

Essa experiência orienta a nossa abordagem a:

  1. 01Especificações de impressão
  2. 02Orçamentação e formação de preço
  3. 03Rotas de produção
  4. 04Materiais e acabamento
  5. 05Aprovações do cliente
  6. 06Gestão de trabalhos
  7. 07Produção subcontratada
  8. 08Compras
  9. 09Existências em armazém
  10. 10Entrega multilocal
  11. 11Distribuição
  12. 12Faturação e relatórios
02

Experiência em engenharia de software

A nossa equipa traduz esses requisitos operacionais em software configurável, testável, sustentável e extensível.

O trabalho de engenharia por trás da PrintMIS inclui:

  1. 01Aplicações de gestão em navegador
  2. 02Fluxos e lógica de negócio
  3. 03Estruturas e relações de dados
  4. 04Permissões de utilizador
  5. 05Cálculos de orçamentação
  6. 06Processos de trabalho e produção
  7. 07Movimentos de armazém
  8. 08Fluxos de compras e fornecedores
  9. 09APIs e integrações externas
  10. 10Testes e lançamentos controlados
  11. 11Integração de IA em fluxos já estabelecidos

O conhecimento de impressão identifica o problema.

A engenharia transforma-o em capacidade de produto repetível.

Crescido dentro do setor

Não foi construído à volta de uma gráfica ideal.

O nosso software não foi desenvolvido à volta de um único tipo de gráfica nem de um processo de produção idealizado.

Cresceu através de implementações em empresas que diferem em:

  • Dimensão da empresa
  • Capacidade de produção
  • Tipos de cliente
  • Estruturas de preço
  • Processos de aprovação
  • Configurações de máquinas
  • Relações com fornecedores
  • Necessidades de armazém
  • Modelos de entrega
  • Processos contabilísticos

Alguns clientes produzem quase tudo internamente. Outros subcontratam trabalhos inteiros ou processos especializados. Alguns produzem em tiragem e guardam o produto acabado para saídas posteriores. Outros operam como brokers, print managers, centros de impressão internos ou compras centralizadas em várias unidades.

Essa variedade moldou a flexibilidade exigida ao ePRO Web-to-Print MIS.

Em mais de 400 instalações encontrámos maneiras diferentes de:

  • Receber pedidos de clientes
  • Construir orçamentos
  • Aplicar preços e margens de venda
  • Proteger a margem bruta
  • Criar trabalhos
  • Planear a produção
  • Comprar materiais
  • Subcontratar trabalho
  • Dar entrada de mercadoria em armazém
  • Dar saída de mercadoria do cliente
  • Servir vários locais de entrega
  • Emitir faturas
  • Enviar informação para outros sistemas

Aprendemos a distinguir o que é comum, o que exige configuração e que exceções devem continuar nas mãos das pessoas.

Engenharia sobre uma plataforma em produção

Uma alteração pode afetar várias etapas do negócio.

Construir uma demonstração é diferente de manter e alargar software com que se gerem gráficas.

A nossa equipa trabalha numa plataforma em que uma alteração pode afetar várias etapas ligadas do negócio.

Por exemplo:

  1. 01Uma alteração na orçamentação pode afetar a abertura do trabalho e as instruções de produção
  2. 02Uma alteração de material pode afetar custo, compras e armazém
  3. 03Uma saída de armazém pode afetar entrega, faturação e histórico de existências
  4. 04Um fluxo de fornecedor pode afetar custo do trabalho, execução e entrega ao cliente
  5. 05Uma integração pode afetar a fonte de verdade para clientes, faturas ou expedições

Uma funcionalidade não se avalia apenas pelo que aparece num ecrã. Avalia-se também pelo que acontece antes e depois desse ponto do fluxo.

Engenharia de produto de longo prazo.

Uma plataforma longeva coloca desafios diferentes de uma aplicação acabada de criar. O trabalho não se limita a acrescentar funcionalidades — a equipa tem também de considerar:

  • Fluxos de clientes existentes
  • Continuidade dos dados
  • Dependências entre módulos
  • Diferenças de configuração
  • Permissões de utilizador
  • Tratamento de exceções
  • Comportamento das integrações
  • Testes de lançamento
  • Retrocompatibilidade
  • Sustentabilidade a longo prazo

Uma alteração que ajuda um fluxo não deve prejudicar outro sem que se note. Isso exige desenvolvimento, testes e lançamentos controlados — e o critério para distinguir um pedido de um cliente de uma necessidade recorrente do setor.

Engenharia de fluxos ligados

O valor está no que passa de uma etapa para a seguinte.

O ePRO não é um conjunto de módulos separados. O seu valor vem de levar informação entre as etapas comerciais e operacionais da impressão.

  1. 01

    Do orçamento ao trabalho

    Levar especificação aprovada, quantidade, preço, materiais e processos para o fluxo do trabalho.

  2. 02

    Do trabalho à produção

    Usar o pedido registado para fichas de trabalho, planeamento, estado e recolha de dados.

  3. 03

    Da produção às compras

    Identificar materiais, serviços subcontratados e necessidades de fornecedor decorrentes do trabalho.

  4. 04

    Das compras ao armazém

    Dar entrada em existências de produtos comprados ou produzidos externamente, quando aplicável.

  5. 05

    Do armazém à entrega

    Recolher e libertar existências disponíveis face a um pedido do cliente.

  6. 06

    Da entrega à fatura

    Ligar o trabalho concluído ao processo de faturação correto.

  7. 07

    Do MIS aos sistemas externos

    Transferir informação selecionada para contabilidade, pagamentos, expedição, clientes e outras aplicações.

Construir estas transições exige compreender tanto o software como a transação comercial que ele suporta.

Da aplicação desktop à plataforma em navegador

Engenharia contínua, não substituições sucessivas.

A base de software original era uma aplicação desktop. Foi progressivamente reconstruída para acesso por navegador de internet, criando a base para trabalho remoto, serviços para clientes e um ambiente Web-to-Print MIS ligado.

Ao longo do tempo, a plataforma alargou-se a:

  • Gestão de impressão em navegador
  • Lojas privadas
  • Gestão de clientes e fornecedores
  • Orçamentação de impressão
  • Aprovação de propostas
  • Gestão de trabalhos
  • Planeamento de produção
  • Compras
  • Existências em armazém
  • Entrega
  • Faturação
  • Relatórios
  • Integrações externas

A fase seguinte leva a IA a fluxos definidos, começando pela orçamentação.

De desktop a navegador, a fluxos ligados, à IA: uma linha contínua de engenharia, não uma série de produtos substituídos.

Como a experiência do cliente se torna produto

Nem todo o pedido deve tornar-se uma funcionalidade.

O feedback dos clientes continua a ser uma fonte importante de conhecimento, mas nem todo o pedido deve tornar-se uma funcionalidade isolada.

O nosso processo de desenvolvimento começa por identificar o requisito operacional subjacente.

01

Observar o fluxo

Compreender o que o cliente quer alcançar, como o trabalho é hoje tratado e onde surge o problema.

02

Identificar o requisito recorrente

Determinar se o caso é de uma única implementação ou representa uma necessidade mais ampla do setor.

03

Definir o comportamento do produto

Especificar como o sistema deve funcionar, que utilizadores envolve e como a alteração afeta módulos ligados.

04

Construir e testar a solução

Desenvolver a capacidade, validar o fluxo e testar os efeitos a montante e a jusante.

05

Implementar e aprender

Levar a alteração a ambientes reais e usar essa experiência para orientar o desenvolvimento seguinte.

O processo cria um ciclo de retorno:

Fluxo do cliente → Implementação e apoio → Análise de produto → Engenharia → Lançamento controlado → Fluxo do cliente

O que mais de 400 instalações nos ensinaram

Oito coisas que hoje damos por assentes.

  1. 01

    Não há duas gráficas iguais

    Cada empresa usa terminologia, métodos de preço, rotas de produção, aprovações e modelos de entrega diferentes. Um sistema de impressão precisa de estrutura, mas também de configuração controlada.

  2. 02

    A orçamentação não se separa da produção

    Um preço de venda só é comercialmente útil se refletir como o trabalho vai ser produzido, comprado ou executado.

  3. 03

    As exceções contam tanto como a norma

    O trabalho repetido segue regras estabelecidas. Especificações invulgares, trabalhos de margem baixa, materiais indisponíveis e mudanças de fornecedor exigem revisão.

  4. 04

    A informação tem de seguir em frente

    Uma especificação de cliente não deve ser reconstruída a cada passo, do orçamento ao trabalho, à produção, à entrega e à fatura.

  5. 05

    A subcontratação faz parte do fluxo

    O trabalho produzido no exterior tem de continuar ligado ao trabalho do cliente, ao pedido ao fornecedor, ao custo de compra, à entrega e à margem.

  6. 06

    O armazém exige controlos próprios da impressão

    O impresso pode ser propriedade do cliente ou da empresa, numerado, pago antecipadamente ou faturado à medida que sai.

  7. 07

    As integrações exigem propriedade clara

    Ligar duas aplicações não chega. A empresa tem de definir que sistema é dono de cada registo, quando a informação circula e o que acontece se uma transferência falhar.

  8. 08

    A automatização deve preservar o controlo comercial

    A tecnologia deve eliminar administração desnecessária sem deixar passar preço, margem ou compromissos com o cliente sem a devida autoridade.

Experiência de implementação

O software torna-se operacional na implementação.

É aí que o produto encontra os clientes reais da empresa, as suas regras de preço, materiais, máquinas, fornecedores, existências, requisitos de entrega e processos contabilísticos.

A nossa experiência de implementação inclui trabalho em:

  • Levantamento de fluxos
  • Configuração do sistema
  • Registo de clientes e fornecedores
  • Estruturas de produto e orçamentação
  • Tarifas de custo e regras de preço
  • Materiais e processos de produção
  • Preparação e importação de dados
  • Permissões de utilizador
  • Propriedade das existências
  • Fluxos de entrega
  • Requisitos de faturação
  • Âmbito das integrações
  • Formação de utilizadores
  • Testes e verificação operacional

Implementar não é apenas o ato técnico de disponibilizar o software. É traduzir um modelo de negócio num fluxo de sistema controlado.

Engenharia, implementação e apoio.

A engenharia de produto não deve trabalhar isolada de quem implementa e apoia o sistema. As dúvidas dos clientes e os problemas operacionais mostram muitas vezes onde:

  1. 01Um processo não foi bem configurado
  2. 02A formação ou a documentação podem melhorar
  3. 03Uma exceção não foi prevista
  4. 04Uma integração precisa de propriedade mais clara
  5. 05Um fluxo poderia ser simplificado
  6. 06Uma necessidade recorrente merece desenvolvimento de produto

A implementação e o apoio mostram como o software é usado. A análise de produto identifica a necessidade mais ampla. A engenharia traduz isso em comportamento controlado.

Experiência com todos os modelos de negócio

Oito maneiras de gerir uma empresa gráfica.

  • Gráficas comerciais

    Gerir orçamentação, produção, materiais, acabamento, compras, entrega e faturação.

  • Impressores digitais

    Gerir tiragens curtas, repetições e trabalhos online num fluxo ligado.

  • Impressores offset

    Coordenar orçamentação, máquinas, materiais, acabamento e processos subcontratados.

  • Impressores para o setor

    Receber e gerir trabalho de brokers, revendedores e outras gráficas.

  • Brokers de impressão

    Controlar clientes, fornecedores, propostas, encomendas, entrega e margem sem produzir tudo internamente.

  • Empresas de print management

    Gerir pedidos de clientes, produção subcontratada, armazém e entrega multilocal.

  • Centros de impressão internos

    Controlar pedidos internos, aprovações, produção, distribuição e relatórios.

  • Organizações multilocal

    Gerir produtos, utilizadores, aprovações, existências e entregas entre unidades ou departamentos.

O modelo de negócio muda, mas a necessidade de informação ligada mantém-se.

Experiência com todas as rotas de execução

Um trabalho nem sempre segue direto para a entrega.

O software cresceu à volta de várias rotas de execução.

01

Produção interna

Orçamento → Aprovação → Trabalho → Produção → Entrega → Fatura

02

Produção subcontratada

Orçamento → Aprovação → Consulta → Encomenda → Produção do fornecedor → Entrega

03

Produzir para armazém

Trabalho → Produção → Entrada em armazém → Existências → Saída

04

Comprar para armazém

Encomenda → Fornecedor → Receção → Existências → Saída

05

Libertar existências atuais

Pedido do cliente → Recolha → Saída → Entrega

06

Entrega direta do fornecedor

Trabalho do cliente → Encomenda → Fornecedor → Entrega ao cliente

Compreender estas rotas é essencial ao construir software para o setor da impressão.

Experiência de integração

O fluxo estende-se muitas vezes para lá do MIS.

O ePRO suporta ligações selecionadas a sistemas de contabilidade, pagamentos, expedição e outros processos de negócio.

  1. 01

    QuickBooks Online

    Ligar a atividade de faturação ao fluxo contabilístico.

  2. 02

    Stripe

    Suportar requisitos aprovados de pagamento online.

  3. 03

    GoShippo

    Ligar expedição e execução.

  4. 04

    APIs e integração à medida

    Avaliar ligações a intranets de clientes, portais empresariais e outras aplicações externas, conforme o fluxo exigido e o âmbito técnico.

A nossa abordagem parte do requisito de negócio. Antes de ligar sistemas, definimos:

  1. 01Que registos devem circular
  2. 02Em que direção circulam
  3. 03Que sistema é dono dos dados
  4. 04O que desencadeia a transferência
  5. 05Quando a transferência ocorre
  6. 06Como se evitam duplicados
  7. 07O que acontece se uma transferência falhar
  8. 08Como a ligação será testada e gerida

Uma ligação tecnicamente bem-sucedida não chega. Tem também de produzir o resultado operacional correto.

Ver integrações e IA
Levar a IA a um fluxo já estabelecido

Não começa num ecrã em branco.

A IA é a fase seguinte do nosso desenvolvimento, mas começa dentro de fluxos de impressão já estabelecidos que contêm informação estruturada.

Esses fluxos já trazem estrutura para:

  • Clientes
  • Produtos
  • Especificações de impressão
  • Materiais
  • Máquinas
  • Processos de produção
  • Acabamento
  • Custos
  • Preços
  • Margens de venda
  • Margem bruta
  • Trabalhos
  • Compras
  • Existências
  • Entrega

A orçamentação é o primeiro fluxo do ePRO alargado com IA.

  1. 01

    Fase 1

    Consultar trabalhos anteriores relevantes e modelos de produto estabelecidos ao preparar um orçamento.

  2. 02

    Fase 2

    Criar orçamentos à medida e comparar o pedido em várias máquinas.

  3. 03

    Fase 3

    Não divulgada.

A abordagem faseada permite à equipa introduzir inteligência dentro de uma estrutura operacional e comercial definida.

A IA apoia o orçamentista. A empresa mantém a responsabilidade de rever especificação, rota de produção, preço de venda e margem.

Os nossos princípios de engenharia

Sete regras com que construímos.

  1. 01

    Compreender primeiro a transação

    O desenvolvimento começa pelo resultado de negócio que o utilizador precisa de alcançar.

  2. 02

    Proteger os dados ligados

    As alterações são avaliadas em todo o fluxo, não só dentro de um módulo.

  3. 03

    Configurar antes de personalizar

    Sempre que possível, o produto padrão deve cobrir a necessidade com configuração controlada em vez de código específico do cliente.

  4. 04

    Manter as exceções visíveis

    A automatização não deve esconder em silêncio especificações invulgares, transferências falhadas ou riscos comerciais.

  5. 05

    Manter a aprovação humana

    Preço, margem, escolha de fornecedor e compromissos com o cliente continuam sujeitos aos devidos controlos.

  6. 06

    Introduzir mudanças por fases

    Capacidades e integrações complexas são desenvolvidas, testadas e lançadas em etapas controladas.

  7. 07

    Construir para durar

    As decisões de engenharia devem sustentar a operação, a manutenção e o desenvolvimento da plataforma a longo prazo.

O que a nossa experiência significa para os clientes

Onde se nota de verdade.

  1. 01

    Melhor levantamento inicial

    Sabemos que perguntas fazer para perceber como um fluxo de impressão funciona na realidade.

  2. 02

    Âmbito mais realista

    A experiência de impressão, software e integração ajuda a distinguir configuração padrão de desenvolvimento ou integração à medida.

  3. 03

    Consciência das dependências

    Consideramos como uma alteração afeta orçamentação, trabalhos, produção, compras, armazém, entrega e faturação.

  4. 04

    Implementação prática

    O sistema é configurado em torno de requisitos operacionais, não de uma demonstração genérica.

  5. 05

    Produto que continua a evoluir

    A experiência dos clientes alimenta uma plataforma que continua a desenvolver-se.

  6. 06

    Continuidade de engenharia

    O mesmo produto é desenvolvido, implementado e apoiado como plataforma de longo prazo para a impressão.

A experiência não elimina todos os desafios de implementação.

Melhora a qualidade das perguntas, das decisões e da engenharia com que se resolvem.

Experiência aplicada a quatro produtos

Uma experiência, quatro produtos.

A nossa experiência de impressão e engenharia sustenta hoje quatro áreas de produto distintas.

  1. Beta

    AI Print Estimator

    Um ponto de partida autónomo para empresas que precisam de orçamentação estruturada apoiada por IA.

  2. Completo

    ePRO Web-to-Print MIS

    A plataforma operacional consolidada que liga web-to-print, orçamentação, produção, compras, armazém, entrega e faturação.

  3. Ligado

    Print Supplier Network

    Uma rede que liga pedidos de impressão à capacidade de fornecedores adequados.

  4. Conceito

    Print Intelligence

    A futura camada de inteligência que liga pedidos estruturados, software e procura de fornecedores.

Cada produto responde a uma necessidade diferente, mas os quatro assentam na mesma experiência de impressão e engenharia.

FAQ

Perguntas frequentes

Há quanto tempo trabalha a PrintMIS em software para impressão?

O percurso de desenvolvimento da PrintMIS começou em 2004, o que representa mais de duas décadas de experiência em software para impressão.

Quantas instalações realizou a PrintMIS?

Os sistemas PrintMIS foram usados em mais de 400 instalações.

Com que tipos de empresa gráfica trabalhou a PrintMIS?

A nossa experiência inclui gráficas comerciais, impressores digitais e offset, impressores para o setor, brokers, empresas de print management, centros de impressão internos e organizações multilocal.

A PrintMIS tem equipa de engenharia própria?

Sim. A nossa equipa desenvolve e alarga o ambiente de produto PrintMIS: aplicações em navegador, lógica de fluxo, estruturas de dados, integrações, testes e funcionalidades apoiadas por IA.

A equipa de engenharia compreende os fluxos de impressão?

A engenharia trabalha num ambiente de produto específico da impressão e é alimentada por análise de produto, implementação, apoio e requisitos diretos dos clientes. As decisões técnicas são assim avaliadas face à transação de impressão completa, e não como funcionalidades isoladas.

O ePRO é feito à medida para cada cliente?

O ePRO é um produto configurável, não uma aplicação nova em cada implementação. Desenvolvimento e integrações à medida podem ser considerados quando uma necessidade sai do produto padrão e tem um objetivo operacional claro.

Como é que o feedback dos clientes influencia o desenvolvimento?

O feedback é analisado para identificar a necessidade de fluxo subjacente. Necessidades recorrentes podem orientar o produto, enquanto questões específicas de uma implementação se resolvem com configuração, formação ou trabalho orçamentado à parte.

O ePRO era originalmente software desktop?

A base de software original era uma aplicação desktop, progressivamente reconstruída para acesso por navegador de internet.

Que experiência de integração tem a PrintMIS?

O ePRO suporta integrações como QuickBooks Online, Stripe e GoShippo. APIs e integrações à medida também podem ser consideradas para aplicações externas e sistemas do cliente.

Como está a ser introduzida a IA?

Em fases controladas, começando pela orçamentação dentro do ePRO. A primeira fase consulta trabalhos anteriores e modelos de produto. A segunda cria orçamentos à medida e compara a produção em várias máquinas. A terceira não foi divulgada.

A IA substitui a equipa de engenharia ou de orçamentação?

Não. A IA é integrada como capacidade de apoio dentro de software e fluxos já estabelecidos. Orçamentistas e utilizadores autorizados mantêm a decisão comercial final.

Conhecimento de impressão. Disciplina de engenharia.

Experiência que continua a moldar o que construímos a seguir.

Mais de duas décadas de desenvolvimento de software para impressão. Mais de 400 instalações em ambientes muito diferentes. Uma equipa de engenharia para fluxos, dados, integrações e IA.

A experiência não elimina todas as dificuldades. Melhora a qualidade das perguntas que fazemos sobre elas.

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